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Dívida pública sobe para R$ 8,84 trilhões em fevereiro

O estoque da Dívida Pública Federal (DPF) atingiu R$ 8,84 trilhões em fevereiro de 2026, segundo relatório do Tesouro Nacional divulgado nesta quinta-feira (26/3). O valor representa um aumento de 2,31%, R$ 199,62 bilhões, em relação a janeiro.

No período houve emissão líquida de R$ 125,75 bilhões devido aos R$ 166,80 bilhões em emissões e R$ 41,05 bilhões em resgates.

A maior parte da dívida está atrelada à taxa flutuante, que responde por 49,10% do total. Em seguida aparecem os títulos indexados a índices de preços, com 25,85%, os prefixados, com 21,33%, e os vinculados ao câmbio, com 3,71%.

O custo médio da dívida acumulado em 12 meses caiu de 12,07% ao ano em janeiro para 11,90% ao ano em fevereiro. O prazo médio da DPF ficou em 4 anos, com redução em relação ao mês anterior. Já a parcela da dívida que vence em até 12 meses recuou de 16,85% para 16,65%.

Entre os detentores da Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), as instituições financeiras lideram, com participação de 31,8%. Na sequência estão fundos de previdência (22,6%), fundos de investimento (21,6%) e investidores não residentes com 10,75%.

A reserva de liquidez somou R$ 1,19 trilhão, com alta nominal de 9,86%. O montante é suficiente para cobrir vencimentos de títulos pelos próximos 6,41 meses.

No Tesouro Direto, houve emissão líquida de R$ 4,7 bilhões em fevereiro. O estoque total chegou a R$ 226,9 bilhões, com crescimento de 3,04% no mês. O número de investidores ativos atingiu 3,46 milhões, alta de 14,23% em 12 meses. O título mais demandado foi o Tesouro Selic, com 48,98% das aplicações.

No mercado externo, o país realizou emissões em dólar, com lançamento de um novo título de 10 anos, o Global 2036, no valor de US$ 3,5 bilhões, e reabertura do Global 2056, no montante de US$ 1 bilhão.

Fonte: correiobraziliense

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